UNESCO ‘lamenta profundamente’ saída de Israel da agência

Notícia postada em 01/01/2018 21:46

A diretora-geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), Audrey Azoulay, lamentou profundamente a decisão de Israel de deixar o organismo internacional. Embora já houvesse sido anunciada em 12 de outubro deste ano, a saída foi informada oficialmente apenas nesta sexta-feira (29), em mensagem enviada à chefe da instituição. País não será mais parte da agência a partir de 31 de dezembro de 2018.

A diretora-geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), Audrey Azoulay, lamentou profundamente a decisão de Israel de deixar o organismo internacional. Embora já houvesse sido anunciada em 12 de outubro deste ano, a saída foi informada oficialmente apenas nesta sexta-feira (29), em mensagem enviada à chefe da instituição. País não será mais parte da agência a partir de 31 de dezembro de 2018.

“Eu lamento isso profundamente, uma vez que é minha convicção de que é dentro da UNESCO, e não fora dela, que os Estados podem buscar, da melhor maneira, superar as diferenças nos campos de competência da Organização”, disse Audrey em pronunciamento.

“Enquanto membro da UNESCO desde 1949, Israel tem um lugar de direito dentro da agência das Nações Unidas que é dedicada à educação, à cultura e à ciência. Dentro de uma instituição comprometida com a defesa da liberdade de expressão, com a prevenção de todas as formas de antissemitismo e racismo e que desenvolveu um programa único de educação sobre o Holocausto e sobre a prevenção do genocídio. Dentro de uma instituição que está entre as mais ativas na promoção do diálogo entre culturas, combatendo o extremismo violento e conservando o patrimônio afetado notavelmente por atos destrutivos de organizações terroristas.”

A chefe da UNESCO completou que “diante de discordâncias entre Estados-membros, que levam a votações pelas quais eles são responsáveis, o engajamento pleno com o trabalho da UNESCO torna possível o diálogo duradouro, a cooperação e parcerias que são mais necessárias do que nunca e que eu me comprometi a apoiar quando assumi o cargo”.

Fonte: ONU

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