Renan receberá primeiro-ministro da China nesta terça-feira

Notícia postada em 19/05/2015 07:50

O presidente do Senado, Renan Calheiros, recebe nesta terça-feira (19), o primeiro-ministro da República Popular da China, Li Keqiang, que em visita oficial ao país deverá apresentar um plano de investimentos em obras de infraestrutura no Brasil. O encontro será às 16h30, no Salão Nobre do Senado, e Li Keqiang deverá chegar acompanhado de uma comitiva de 17 pessoas. Ele e sua comitiva subirão a rampa do Congresso. Em caso de chuva, serão recebidos na Chapelaria.

A China é o principal parceiro comercial do Brasil e a parceria estratégica entre os dois países tem sido marcada pelas visitas bilaterais e pelos investimentos mútuos, que motivam aquele país a se tornar uma das principais fontes de investimento estrangeiro no Brasil. De acordo com o Palácio do Itamaraty, as relações entre os dois países, estabelecidas em 1974, têm evoluído de forma intensa, assumindo crescente complexidade.

Uma cronologia desse diálogo bilateral publicada pelo Itamaraty revela que, em 1993, os dois países definiram uma parceria estratégica; em 2004, foi criada  a Comissão Sino-Brasileira de Alto Nível de Concertação e Cooperação (Cosban); em 2010, foi assinado o Plano de Ação Conjunta (2010-2014), que define objetivos, metas e orientações para as relações bilaterais; e, em 2012, com a visita ao Brasil do então primeiro-ministro Wen Jiabao, essas relações foram elevadas ao nível de "parceria estratégica global".

Outro sinal desse crescimento das relações são as exportações brasileiras para aquela nação, que em 2014 somaram US$ 40,6 bilhões, enquanto as importações chegaram a US$ 37,3 bilhões, resultando num fluxo comercial de US$ 77,9 bilhões — US$ 15,9 bilhões a mais que o fluxo registrado com os Estados Unidos, segundo maior parceiro do Brasil. Os dados são do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Segundo o ministério, entre janeiro e abril deste ano, o comércio entre Brasil e China acumulou a cifra de US$ 21,7 bilhões.

Fonte: Agência Senado

Comente esta notícia