FMI e Banco Mundial realizam cúpula em Washington sobre questões socioeconômicas globais

Notícia postada em 16/10/2017 00:09

A cúpula anual dos conselhos de diretores do Banco Mundial e do Fundo Monetário Internacional (FMI) ocorre até domingo (15) em Washington, nos Estados Unidos, para discutir o trabalho das instituições e questões globais como perspectivas econômicas, erradicação da pobreza e impulso ao desenvolvimento.

“Após anos de desempenho medíocre, a economia global deve ter crescimento mais forte este ano, de 3,6%, e esperamos que esse impulso positivo continue em 2018”, disse a diretora-gerente do FMI, Christine Lagarde, durante o evento.

“Isso nos dá uma grande oportunidade de garantir a recuperação e expandi-la para aqueles que ainda não estão se beneficiando dela, e incluir aqueles que estão excluídos ou estão sob o risco de serem excluídos”, salientou.

A cúpula anual dos conselhos de diretores do Banco Mundial e do Fundo Monetário Internacional (FMI) ocorre até domingo (15) em Washington, nos Estados Unidos, para discutir o trabalho das instituições e questões globais como perspectivas econômicas, erradicação da pobreza e impulso ao desenvolvimento.

O evento, que ocorre desde o início desta semana (9), reúne bancos centrais, ministros das Finanças e de Desenvolvimento, executivos do setor privado, representantes de organizações da sociedade civil e da academia.

Segundo os organismos internacionais, os seminários tem como objetivo impulsionar o diálogo criativo entre setor privado, delegações governamentais e oficiais do Banco Mundial e do FMI.

“Após anos de desempenho medíocre, a economia global deve ter crescimento mais forte este ano, de 3,6%, e esperamos que esse impulso positivo continue em 2018”, disse nesta sexta-feira (13) a diretora-gerente do FMI, Christine Lagarde, durante o evento. “Ainda mais importante, esse aumento é amplo, envolvendo 75% da economia global, medida pelo PIB”, completou.

“Isso nos dá uma grande oportunidade de garantir a recuperação e expandi-la para aqueles que ainda não estão se beneficiando dela, e incluir aqueles que estão excluídos ou estão sob o risco de serem excluídos”, salientou.

Segundo Lagarde, isso inclui mais de 40 países emergentes e em desenvolvimento — representando cerca de 15% da população mundial, que estão atualmente experimentando um declínio da renda per capita.

“Também inclui muitas pessoas que estão enfrentando salários estagnados, limitadas oportunidades de trabalho e deslocamentos causados por mudanças tecnológicas, comércio e o legado da crise financeira global”, disse.

Fonte: ONU/Foto: Fórum Econômico Mundial/Michael Wuertenberg

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