Febraban: 'medidas melhoram confiança e CPMF facilita reequilíbrio fiscal'

Notícia postada em 15/09/2015 17:05

Federação de bancos divulga, em nota, que anúncio mostra compromisso do governo em promover a retomada do crescimento.

A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) afirmou nesta segunda-feira, em nota, que as medidas adicionais de reequilíbrio fiscal anunciadas pelo governo emitem “uma sinalização importante para o restabelecimento da confiança dos agentes econômicos e a retomada futura dos investimentos”.

A Febraban ressaltou que as ações anunciadas “refletem o compromisso do governo em promover o equilíbrio fiscal, condição indispensável para abrir caminho a retomada do desejado crescimento da economia do país”.

A federação de bancos ainda declarou que “compreende a necessidade de complementar o corte das despesas com medidas temporárias de aumento de tributos”, e que a CPMF, “tendo em vista sua ampla cobertura, menor impacto inflacionário, simplicidade e maior rapidez de implantação em relação a outros tributos, facilita o reequilíbrio das contas públicas, enquanto o governo elabora medidas estruturais de adequação das despesas”.

Leia a íntegra da nota.

"A FEBRABAN entende que as medidas anunciadas hoje pelos ministros da Fazenda, Joaquim Levy,  e do Planejamento, Nelson Barbosa, refletem o  compromisso do governo em promover o equilíbrio fiscal, condição indispensável para abrir caminho a retomada do desejado crescimento da economia do país.
 
O corte de despesas em R$ 26 bilhões visa adequar o Orçamento de 2016 à capacidade de atuação do Estado brasileiro e emite uma sinalização importante para o restabelecimento da confiança dos agentes econômicos e a retomada futura dos investimentos.
 
A FEBRABAN compreende a necessidade de complementar o corte das despesas com medidas temporárias de aumento de tributos. Avalia que a contribuição sobre movimentações financeiras, tendo em vista sua ampla cobertura, menor impacto inflacionário, simplicidade e maior rapidez de implantação em relação a outros tributos, facilita o reequilíbrio das contas públicas, enquanto o governo elabora medidas estruturais de adequação das despesas. O caráter temporário deste tributo deveria ser combinado com alíquotas declinantes ano a ano para reduzir os efeitos distorcivos da taxação sobre intermediação financeira."

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